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Psiquiatra mostra como reduzir a taxa de mortalidade das empresas



A empresa precisa de gestão contínua, focada não só na produtividade como, também, na qualidade e no comprometimento de seus diretores e funcionários. A receita foi apresentada pelo psiquiatra Frederico Porto ao falar sobre “Conflitos, crises e oportunidades” durante o XIV Congresso das Associações Comerciais de Minas Gerais, realizado pela Federaminas em Araxá.
 
Porto destacou que 80% das empresas morrem em dois anos no Brasil e ensinou que qualquer problema numa empresa diz respeito a todos que convivem nela. Para reduzir essa taxa de mortalidade, “é preciso ser inovador, principalmente no caso das micro e pequenas empresas”. Recomendou, também, que se mantenha o foco, seja nos negócios ou na vida, ao considerar que “perde-se mais tempo e energia pensando num problema do que na própria solução”.
 
Pregou o planejamento como fundamental para superar eventual crise e sustentou que o momento é de repensar os negócios, construindo nova visão e gerando novas atitudes, para consolidar resultados.
 
Sobrevivência da empresa – Na palestra “A arte de viver e lutar pelos seus sonhos”, durante o XIV Congresso das ACEs de Minas Gerais, a imunologista Nise Hitomi Yamaguchi mostrou como mudanças de comportamentos podem ter resultados positivos na vida pessoal ou na sobrevivência de uma empresa. É fundamental, disse ela, ter consciência de um problema para enfrentá-lo de forma adequada.
 
Uma das pioneiras no tratamento do câncer no País, Yamaguchi fez analogia entre um paciente e uma empresa, dizendo que é preciso “ter os olhos da alma muito abertos para conseguirmos olhar além das formas e das aparências”. Assinalou que a energia do amor estimula a viver e leva à possibilidade de atuar e modificar os ambientes. O que, de certa forma, é o que impulsiona o grande exército voluntário que mantém o Sistema Federaminas, concluiu a médica oncologista.
 
 
Foto: Foto Official