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O processo da mediação garante eficiência



”Somos a bola da vez no comércio internacional. O Brasil não pode rejeitar a mediação na resolução de conflitos nos negócios porque, mesmo com as nossas riquezas naturais, a falta de eficiência pode nos sufocar”. Este foi o alerta da especialista e coordenadora da Comissão de Mediação de Conflitos da OAB-RJ e diretora executiva da organização Parceiros do Brasil, Gabriela Asnar, durante o 21º Congresso da CACB, realizado em Salvador (BA) em 10 e 11 de agosto.
 
Ela lembrou que a mediação permite que um acordo seja realizado de forma mais célere que o processo judicial tradicional. “Uma empresa não pode esperar 20 anos para que um processo seja julgado”. Ainda segundo Gabriela, além de ser mais rápida, a mediação contribui também qualitativamente, já que “inclui mais variáveis que o processo judicial tradicional”.
 
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