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Federaminas homenageia comerciantes

Considerado um dos trabalhos mais antigos do mundo, o comércio é uma atividade extremamente importante para o desenvolvimento econômico de um país. Esses profissionais já enfrentaram, ao longo da história, crises de toda ordem, o que fez com que aprendessem a se reinventar a todo instante.



A atividade comercial contribuiu para a expansão territorial em todo o mundo, o surgimento de novas línguas em tantos lugares e o intercâmbio cultural entre várias nacionalidades. Com isso, os comerciantes desenvolveram, ao longo dos séculos, estratégias eficientes de comunicação e persuasão.  


Para desempenhar todos esses papeis, esse profissional desenvolveu qualidades como determinação e criatividade, fundamentais para o sucesso do seu negócio.  


Por tudo isso, neste dia 16 de julho, que é o Dia do Comerciante, a Federaminas faz questão de homenagear esse profissional que tem enfrentado, com garra e coragem, mais uma crise, mais um momento difícil, a pandemia do novo coronavírus, que impactou o setor no mundo todo.  


Apesar dos grandes desafios que estão postos, a história dos comerciantes é de luta e superação. "A Federaminas acredita em dias melhores quando se trabalha em equipe, com garra, força e criatividade. Que cada comerciante mineiro possa continuar contando com a Federaminas para ajudar a diminuir barreiras e distâncias, superar crises inesperadas e continuar na sua missão de promover o desenvolvimento da nossa sociedade", explica o presidente da entidade, Valmir Rodrigues.


"Neste momento delicado, a Federaminas parabeniza a todos os comerciantes pelo seu dia e reitera seu compromisso de apoiar, dar voz e trabalhar em parceria ao lado dos comerciantes na certeza de que vamos superar a crise", completa o presidente da Federaminas.  


Origem do Dia do Comerciante
 
O Dia do Comerciante surgiu com a criação da Lei nº 2.048, de 26 de outubro de 1953, que homenageia o nascimento de José Maria da Silva Lisboa, mais conhecido por Visconde de Cairu, o Patrono do Comércio Brasileiro. Ele foi responsável pela criação das primeiras leis que beneficiariam o comércio brasileiro, que até então dependia totalmente de Portugal. Uma das suas principais ações foi aconselhar o rei português D. João VI a assinar a Carta Régia, em 28 de janeiro de 1808, abrindo os portos brasileiros ao comércio exterior.    


Assessoria de Comunicação da Federaminas