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Federaminas assina convênio para retomada do Empreender no Estado

O presidente da Federaminas, Emílio Parolini, assinou com a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) convênio para a retomada no Estado do Programa Empreender convencional, com apoio do Sebrae Nacional. A assinatura aconteceu durante o 2º Fórum Nacional CACBMil, que reuniu lideranças empresariais de todo o País de 27 a 29 de setembro em Florianópolis (SC).

 

O Empreender é o projeto de maior projeção do Sistema CACB, tendo beneficiado mais de 70 mil empresas vinculadas às associações comerciais no País. Iniciado na década de 80 em Santa Catarina, o programa alcançou o seu auge no ano de 2002, quando foram atendidas cerca de 800 ACEs. Em decorrência de sua descentralização, a maioria das entidades teve dificuldade em dar continuidade às ações.

 

 

Após meses de negociação, a CACB conseguiu o apoio do Sebrae Nacional para a retomada do Empreender no Brasil, contemplando inicialmente os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Mato Grosso, Roraima e Rio Grande do Sul.

 

Em Minas, 17 associações comerciais foram contempladas com seus projetos, através de edital público lançado em março deste ano. São as de Além Paraíba, Campo Belo, Carmópolis de Minas, Cataguases, Formiga, Itabira, Itajubá, Ituiutaba, Juiz de Fora, Juruaia, Nova Lima, Patrocínio, Pouso Alegre, São João del-Rei, Três Pontas, Uberaba e Uberlândia.

 

A metodologia do programa consiste na formação de núcleos setoriais, que são grupos de empresários de segmentos idênticos que se reúnem periodicamente nas associações comerciais, com o apoio de um consultor, cujo papel principal é o de moderador, para discutir problemas comuns e buscar soluções conjuntas. O diferencial de tantos outros projetos é que no Empreender as soluções vêm “de baixo para cima”, ou seja, são apontadas e executadas pelos próprios dirigentes de empresas.

 

“O que reflete, com fidelidade, o espírito do programa é a forma de associativismo que ele propõe. Por ela, ninguém é obrigado a participar de um núcleo setorial. O convencimento vem pela nova visão de parceria, na qual o concorrente, longe de ser um competidor, é um cooperador de seu concorrente. E ainda com um diferencial: todos ganham”, avalia o presidente Emílio Parolini.