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Cônsul quer a Federaminas em feira de alimentos na Argentina

Em visita à Federaminas, o cônsul honorário do Brasil em Rosário, no estado de Santa Fé, na Argentina, Ricardo Diab, formalizou ao presidente Emílio Parolini convite para a participação de representação da entidade na Feira Internacional de Alimentos de Rosário (Fiar), a acontecer em abril, como primeiro passo para o estreitamento do intercâmbio entre essa cidade e Minas Gerais.

 

Parolini, que recebeu o cônsul ao lado do superintendente de Negócios da entidade, Ricardo Lacerda, deu sinal positivo para o convite recomendando providências para viabilizar a ida de comitiva mineira ao evento no país vizinho. Ricardo Diab, que é secretário de Comércio Exterior da Confederação Argentina da Média Empresa (Came) e também presidente da Associação Empresarial de Rosário (Aer), destacou no encontro a importância que o Brasil tem para a Argentina e, sobretudo, o potencial de relacionamento de Minas Gerais com o estado de Santa Fé que, segundo ele, pode ser trabalhada especialmente no que diz respeito à integração da cadeia produtiva do setor alimentício.

 


Para o cônsul, Minas e Argentina devem caminhar para o fortalecimento das relações comerciais embasado na integração de cadeias produtivas, especialmente as de maior valor agregado, e não apenas na compra e venda de produtos. Na sua visão, ambos devem, também, adotar políticas que promovam maior participação de micro e pequenas no comércio entre as partes.

 


O comércio entre os dois países, conforme Diab, tem muito a ver com a integração produtiva, que possibilita que um produto feito em Minas, por exemplo, seja acabado na Argentina ou vice-versa.  Um exemplo dessa relação, segundo lembrou, é a Fiat Automóveis, com planta neste Estado e uma série de fornecedores de autopeças tanto dentro dele quando da Argentina.

 


Em 2014, a Argentina foi o quinto principal parceiro comercial de Minas, com participação de 5%, alcançando US$ 1,493 bilhão as exportações mineiras. Já as importações atingiram US$ 1,726 bilhão, sendo o país vizinho o segundo maior fornecedor a este Estado.

 

Assessoria de Comunicação da Federaminas
(c/Diário do Comércio 29.1.15)